quinta-feira, 20 de agosto de 2015
quarta-feira, 5 de agosto de 2015
Asas de um corvo...
"Cerco-me de incertezas
Vorazes e fugazes
Prazeres tão fúteis
Verdades tão frágeis...
Minha alma corrompida
Amarga com toda essa realidade
Quero gritar mas não consigo
Engasgado com minhas mentiras...
Deixe-me quebrar esse espelho
Será apenas mais uma fuga
Um belo voo do corvo
Deixe-me afastar essa verdade...
Não importa
O quanto me machuque
Sempre há dor
Sempre haverá esse livro escrito...
Quero voar
Esquecer de tudo mais
Liberte meu ser
Rasgue meu peito deixe voar...
Cansado de tanta dor
Tantos azares
Medos e fúrias
Nesse espiral sem fim...
Olhe nos olhos desse corvo
Peça redenção
Confesse seus pecados, sua mentiras
Toda sua vida imunda, suja, falsa...
Não mais saída
Apenas uma longa queda
Um redemoinho, uma maldita tormenta
E agora?
Ajoelho e me entrego
Deixo-me cair, flutuar com as asas
Desse corvo ou será um anjo negro
Levando-me para um bom lugar
Esquecer dessa passagem, tola vida..."
Maldita saudades. . .
" Saudades
Faca que lambe minha carne
Corta minha alma
Triste fim para minha certeza...
Angustia velada
Solitária
Um querer
Que não pode ser alcançado...
Amarga vontade
Azedo gosto
Que fica e não sai
Sem solução...
Mãos calejadas
A esmurrar uma parede
Invisível e indestrutível
Maldita dor que não se esvai...
Um olhar para tempo perdido
Onde mais nada se encontra
Apenas uma árida realidade
Essa maldita saudade..."
quinta-feira, 9 de julho de 2015
Valhöll...
" Olho para os céus e vejo
A trilha multicor
Serei merecedor de tal dadiva?
Venha meu anjo guerreiro...
Uso a pele do animal
Que com as próprias mãos
Enfrentei e honradamente
Superei...
Agora valquíria de minha vida
Ceifadora de minha existência
Estou aos seus pés
Entregue ao seu julgamento...
Amarrado em suas cordas
Pele marcada por suas mãos
Preso em suas tramas
Seu olhar dominando o berserker...
Cisne belo
Consuma sua vontade
Dance entre os belos corvos
Cavalgue em sua posse amazona imortal...
Sou seu agora e por diante
Use-me em seu baile
Dois, três ou quatro amantes
Todos ritmados em suas curvas, suas vontades...
Sou um livro com todas as marcas
Leia-me e julgue-me
Serei merecedor de Valhala?
Serei merecedor de seu prazer?
Sou um lutador não um poeta
Cicatrizes e mãos ásperas
Corpo forte e barba longa
Ajoelhado esperando sua bondade...
Em suas mãos meu destino
Ordene que será feito
Trilharei para sua alcova
Ou para o frio destino invernal...
Tome meu hidromel
Minha espada é sua, use-a
Sou seu guardião mortal
Venha minha doce imortal, Ordene-me..."
quarta-feira, 8 de julho de 2015
Aegis...
" Guardiã de meu desejo
Protetora de minha luxuria
Mulher bela e curvilínea
Deusa em beleza
Monstro com fome de prazer...
Olhar intenso
Belo e cativante
Mar sem fim
Lago sem fundo
Faz-me perder em suas voltas...
Górgona de beleza inigualável
Fruto de pecado
Em seus lábios
Reside meus mais pervertidos
Pensamentos e sonhares...
Perseu de sua sede
Encaro sua fome
E sacio como deve ser feito
Somente eu vejo a sua beleza
Esse labirinto de libido...
Olhe para mim
Faça de mim sua estatua preferida
Companheiro eterno
Seu refugio
Sua alcova...
Sorria sibilante
Ata-me com suas garras
E morda-me com suas presas
Envenene esse tolo herói
Com o vicio do amor...
Com seu reflexo me encanto
Morada do meu querer
Obsessão de vida
Olhar, fome e sorriso
Provocante como a lenda...
Devassidão que me encanta
Perversão que me queima
Corrupção que atiça e incendeia
Malevolência a lutar, brigar e conquistar
Mania de viciar em sua vontade...
Toque minhas feridas mais profundas
Dedilhe em bela forma
Sua musica mais longa
Encante o homem
Faça sua lembrança ser eterna..."
terça-feira, 7 de julho de 2015
Suplica ao desespero...
" Desespero te chamo
Em seu espelho te chamo
Minhas carnes machucadas
Loucas e em sangue
Busco-te para que aplaque
Minha vontade
Essa loucura
Essa fome que me domina
Deixe-me livre ou me mate...
Desejo, doce amante
Em suas virtudes me perco
Sua face delicada
Vejo expressão de puro
Prazer e intensidade
Convido para essa dança
Lenta e fervorosa
Nesse ardor que sinto
E me consome...
Destruição de minha essência
Nesse tolo vicio
Torpe sensação
Morte anunciada a cada gemido
Suspiro
Entrega perfeita
Devoção tão sonhada
Anseio meu complemento
Cúmplice paria...
Delírio em suas curvas
Ancas belas
Tentadoras e mortais
Labirinto para os tolos
Olhos a querer mais
Desnudar tais mistérios
Em seu leito me deleito
Como uma criança a imaginar
Jovem a querer...
Destino sujo
Livro escrito em tinha de sangue
Cada escolha atrelada ao fim
Grilhão oculto
Passado pesado
Forma de tortura
Olhe-me ao menos
Mostre que se importa
Com o futuro já descrito...
Desencarno em seus braços
Suado e cansado
Mostre-me sua satisfação
Esse vicio saciado
A boca a salivar por mais
Essa força que apenas encontro
Em seu colo
Sacie essa maldita fome
Como apenas você consegue...
Devaneio com tantas coisas
Perdidas em seu tempo, em minha mente
Como um dia nublado
Bom e frio
Mas no fim caiu nesse poço
Um pesadelo belo e vivo
Sonho desfeito, tramas desfeitas
Caleidoscópio quebrado fractal desforme
Clamo por você minha paz, Meu Desespero..."
segunda-feira, 29 de junho de 2015
Teias em mim...
" Em suas teias
Perdido e jogado
Me debatendo de maneira
Tão inútil e fútil...
Usando seus saltos negros
Pisa-me e usa-me
Morda lentamente
Cause logo essa morte lenta...
Manipuladora vil
Sem pena traça suas linhas
Puramente ornamentais
Levando ao seu longo sono...
Fera faminta
Com seu vestido chines
Grande caçadora
Implacável amante...
Fêmea tentadora
Com seus lábios vermelhos
Marque-me com seus lábios
Julgue-me digno de seu sabor...
Reclusa em sua toca
Maldita predadora
Olhando para mim
Queimando minhas entranhas...
Teias de luxuria
Lençóis molhados
Respiração ofegante
Chagas no sangue...
Teça meu destino
Amarre-me em sua vida
Use-me a seu bel prazer
Fiadora maldita...
Vermelho rubi
Venha para minha entrega
Vista-se como uma dama
Minha senhora devassa...
Gire a ampulheta de meu tempo
Viúva assassina
Use-me para seu prazer
Prenda-me em suas marcas...
Mostre suas presas e garras
Seu tenebroso monstro
Vilã cartunesca
Revele suas mascaras, mate...
Dançarina das areias
Mortalmente linda
Sou seu antidoto
Suas salvação...
Parda conhecida
Amaldiçoada em sua existência
Seladora de destinos
Intocável furiosa...
Armadeira tecelã
Envenene seu escravo
Com sua volúpia
Sufoque com seu deleite...
Fio a fio
Preso e laçado
Entregue e devoto
Ao seu dispor ziguezagueadora..."
Hera...
" Minha Hera
Deusa suprema
Rainha de todas as deusas
Pavão de luxuria e sedução
Com seus belos olhos
Me encare, observe como Argos
Controle com suas mãos
Esse monstro que me devora
Essa fome que me destrói
Coloque sua coleira em meu Ladon
Beijos seus pés, olhando e desejando...
Imperatriz do olimpo
Devorado voraz
Sagaz mulher
Perfeição em um pecado único
Sinta meus toques
Minha devoção
Esse mero homem a querer os céus
Tocar com a ponta dos dedos o paraíso
Penetra-lo como um pecador sujo
Deleitar dos prazeres da intensidade
Em campo celestial...
Agora perdida em seu ápice
Seu olhar perdido no olimpo
Suas sensações em conflito
Calor e frio, amor e ódio, posse e liberdade
A deusa tão humana
Rubra e ofegante
Suada em suas vestes alinhadas
Beleza ainda mais bela
Simples e tão radiante
O homem a enfrenta, domina, carrega
Força e determinação...
Em minhas mãos a deusa se curva
Seus lábios encontram os pecados
Dos mortais
Sorve o mel da mortalidade
Saboreia a verdadeira fome
Se perde em meus labirintos
Enquanto seus doces e imortais desejos
Se realizam
Fazem ser apenas minha...
Seus olhos vejo a fúria
A necessidade de seu mortal
Convergência impura
Unidos em pleno êxtase
Mostre sua sede
Mostre sua loucura
Seus gritos
Ore para mim, seu simples homem
Mortal...
Prove de minha maçã
Sinta o tenro gosto
Sabor de mais
Azedo sabor
Agora descanse minha deusa
Ambos satisfeitos
Ambos entregues
Rainha dos deuses
E seu amante mortal... "
domingo, 28 de junho de 2015
Despedaçar...
" Veja como estou hoje
Um fantasma perdido
Alma sem futuro
Sombra de mim...
Um âmbar rompido
Alma sem futuro
Sombra de mim...
Um âmbar rompido
Dilacerado
Escurecido sem beleza
Morte triste e solitária...
Caminhando por esses becos
Anjo sem asas
Torto em suma
Pecador inocente, tolo...
Escurecido sem beleza
Morte triste e solitária...
Caminhando por esses becos
Anjo sem asas
Torto em suma
Pecador inocente, tolo...
Consegue escutar meus gritos ?
Meus olhares chegam até você?
Farei alguma falta ?
Vai se importar em unir os cacos?
Farei alguma falta ?
Vai se importar em unir os cacos?
Estou quebrado
Pedaços caídos
Jogados e espalhados
Dilacerado fantoche...
Pedaços caídos
Jogados e espalhados
Dilacerado fantoche...
Termine seu serviço
Diga suas verdades certeiras
Suas historias belas
Nas quais nunca participo...
Venha me beije
Sinta o gosto amargo
Em meus lábios
Sinta seu próprio veneno...
Diga suas verdades certeiras
Suas historias belas
Nas quais nunca participo...
Venha me beije
Sinta o gosto amargo
Em meus lábios
Sinta seu próprio veneno...
Diamante lascado
Imundo e inútil
Esse sou eu
Aqui, jogado e morrendo...
Imundo e inútil
Esse sou eu
Aqui, jogado e morrendo...
Escute meus gritos
Olhe em meus olhos
Sentirei sua falta, agora
Deixe-me tudo despedaçar..."
Olhe em meus olhos
Sentirei sua falta, agora
Deixe-me tudo despedaçar..."
quarta-feira, 24 de junho de 2015
Veneno...
" Você é meu veneno
Aquele que consome
Queima minhas entranhas
Promove toda essa dor
Minha angustia
Essa aflição que me domina...
Cada toque
Beijo
Arranhado e gemido
Seu veneno me vicia
Atordoa
Enlouquece...
Sinto cada fibra
Arder
Cada fio de esperança
Esvair
Suas presas fincadas
Em minha luxuria...
Sibilante
Me enlaça com suas mentiras
Quebra meus ossos
Minhas vontades
Sou apenas um usuário
De seu doce veneno...
Sua pele macia
Garras avermelhadas
Curvas e contornos
Cada vez que pinga
Esse veneno em mim
Esviscerando minhas sanidades...
Maldita víbora
Cobra esguia
Réptil que me sufoca
Serpente a me encantar
Presas a gangrenar minha mente
Anaconda viciante...
Veneno meu
Me consuma
Queime até os ossos
Dor deliciosa, quente, provocante
Angustia
Amarras que me afligem
Vicio doce e amargo..."
terça-feira, 23 de junho de 2015
Lucidez onírica.
" Olhe ao seu redor,
Pensas que ninguém te vê?
Pra quê tanto drama?
Onde deixaste teus curativos?
Achas louvável sangrar até cair?
Ninguém quer saber de um falso herói, heróis verdadeiros escondem suas feridas.
Heróis não querem que ninguém os veja sangrar.
Guerreiro, não há tempo para dores, a vida continua, parar é ver o futuro morrer. Lute sempre, lute como o guerreiro lendário que és!
Todos sabem de tua força, todos aguardam tua superação, mas não lhe dão a mão para que não logres com eles novamente, para que de tua boca embriagada não saiam calúnias por quererdes permanecer no chão.
Novamente a mesma cena, embriagado pensas estar à beira da morte.
Um grande guerreiro derrotado por sua embriaguez de amor.
Tua aparente decadência tem simples solução, porém tua insanidade temporária o cega.
Admiro te quando grande guerreiro, não quando tolo monstro. Ainda que sejam duas faces da mesma moeda, um monstro sóbrio tende a não destruir o que o guerreiro construiu, no entanto a embriaguez faz parecer que não há resultados, que tudo foi pra nada.
Todos te enxergam, apenas cansaram de sofrer por te ver lado monstro destruir lado guerreiro, a embriaguez destruir todas os pilares, civilizações inteiras que te respeitavam rindo de um bêbado de esquina.
Ainda o vemos, guerreiro, apenas não queremos mais sofrer vendo em ti nossa grande fraqueza, destruindo em nossa embriaguez o que construímos em nossa lucidez.
Ou seria o contrário?
Lucidez onírica. "
Sally Morryson.
Decadência...
" Vamos admita eles não sabem o quanto se feriu
Eles mal sabem o quanto de dor você suporta
Eles são todos cegos, não vêem seu corpo sangrar
Sua decadência não é fácil, não é mesmo?
Admita: ELES NÃO QUEREM SABER.
Vamos encare a verdade sua dor não é nada para eles
Está ai a sangrar e sangrar e ninguém para olhar
Sua decadência não é fácil, não é mesmo?
Devagar, meu velho amigo, recupere-se
Sua alma esta fria e a esperança já morreu
Você está morto por dentro
Nunca se esqueça de quem é. Nunca se esqueça do que é.
Devagar, meu velho amigo, erga-se...
Sua alma esta fria e a esperança já morreu
Você está morto por dentro
Nunca se esqueça de quem é. Nunca se esqueça do que é.
Devagar, meu velho amigo, erga-se...
Outra vez ferido, seu inútil. Ninguém se importa
Dane-se sua dor e angustia
Eles não querem saber de suas novidades antigas
Eles não querem saber de suas novidades antigas
Decadência não é fácil, não é mesmo?
Veja vão te olhar e ignorar
Ninguém vai se importar com sua dor e toda essa angustia
Pare de dizer suas antigas novidades cheias de lagrimas
Ninguém vai se importar com sua dor e toda essa angustia
Pare de dizer suas antigas novidades cheias de lagrimas
Decadência não é fácil, não é mesmo?
Vá com calma, recupere o fôlego
Vá com calma, recupere o fôlego
Tão fria é essa alma, sem esperança e tão funda como um lago
velho
Você cheira a morte. Um poço de tantas mortes...
Nunca se esqueça de quem é. Nunca deixe de entender O QUE SE É...
Vá com calma, respire lentamente... Deve passar...
Olhe meu monstro, MEU MALDITO MONSTRO
Assusto você agora? Não fuja de mim, antes você admirava tal monstro
Venho escondendo minha dor. Consegue ver ?
Consegue ver como morro todos dias?
Assusto você agora ? Não fuja de mim, antes você o admirava
Não farei nenhum mal a você, somente a mim
Venho escondendo toda minha dor. Consegue ver?
Consegue ver como estou morto há tanto tempo...
Você cheira a morte. Um poço de tantas mortes...
Nunca se esqueça de quem é. Nunca deixe de entender O QUE SE É...
Vá com calma, respire lentamente... Deve passar...
Olhe meu monstro, MEU MALDITO MONSTRO
Assusto você agora? Não fuja de mim, antes você admirava tal monstro
Venho escondendo minha dor. Consegue ver ?
Consegue ver como morro todos dias?
Assusto você agora ? Não fuja de mim, antes você o admirava
Não farei nenhum mal a você, somente a mim
Venho escondendo toda minha dor. Consegue ver?
Consegue ver como estou morto há tanto tempo...
Saia desse pântano vai levante-se. Recupere sua mente
Sinto o frio desse seu coração e toda a esperança que um dia já viveu
Apenas cinzas por dentro
Sinto o frio desse seu coração e toda a esperança que um dia já viveu
Apenas cinzas por dentro
Sempre achando que o jogo não está perdido
O lobo Omega uivando para lua, sozinho
Saia desse pântano. Recupere sua mente
Saia desse pântano. Pare de mentir...
Vamos admita eles não sabem o quanto se feriu
Eles mal sabem o quanto de dor você suporta
Eles são todos cegos, não vêem seu corpo sangrar
Sua decadência não é fácil, não é mesmo?
Veja vão te olhar e ignorar
Ninguém vai se importar com sua dor e toda essa angustia
Pare de dizer suas antigas novidades cheias de lagrimas
Decadência não é fácil, não é mesmo?"O lobo Omega uivando para lua, sozinho
Saia desse pântano. Recupere sua mente
Saia desse pântano. Pare de mentir...
Vamos admita eles não sabem o quanto se feriu
Eles mal sabem o quanto de dor você suporta
Eles são todos cegos, não vêem seu corpo sangrar
Sua decadência não é fácil, não é mesmo?
Veja vão te olhar e ignorar
Ninguém vai se importar com sua dor e toda essa angustia
Pare de dizer suas antigas novidades cheias de lagrimas
Esperança do lobo...
"Sou um lobo velho
e machucado...
Deixado pela matilha
há tanto tempo
que nem mais lembra
a quem já pertenceu...
Apenas vejo lampejos
de uma tola "esperança"...
São tantas as feridas
tantas magoas
que as cicatrizes
não se fecham...
Lago profundo
sem fundo
sem margem
sem fim...
Encare nos olhos da fera
Não fuja
Seja sincera
Será que pode amar?
Esse monstro
já esta muito deformado
por tudo que passou
e viveu...
Espero que sua presença
seja uma balsamo
possa com sua essência
alimentar tal monstro faminto...
Para que não sinta mais fome
mas possa se banquetear
com tal beleza
tal luxuria de vida...
O ás que faltava
a sorte que não vinha
o sorriso que não é amargo
o suspiro de saudade boa...
Seja sincera
Será que pode amar?
Esse monstro
já esta muito deformado
por tudo que passou
e viveu...
Espero que sua presença
seja uma balsamo
possa com sua essência
alimentar tal monstro faminto...
Para que não sinta mais fome
mas possa se banquetear
com tal beleza
tal luxuria de vida...
O ás que faltava
a sorte que não vinha
o sorriso que não é amargo
o suspiro de saudade boa...
Espero muito que não fuja
Pois não quero perder
O pouco da loucura
de Pandora que me restou..."
domingo, 21 de junho de 2015
Despertar. . .
" Acordo com seu cheiro
Minha mente consumida
Uma vontade tão perdida
Fome que já não tem mais controle...
Me faça perder
O resto dessa sanidade
Sacie meu desejo de você
Encare esse monstro cheio de fome...
Dance comigo
Rebole e requebre
Me complete
Em nossa simbiose...
Venha me faça perder a realidade
Me resgate dessa loucura
Não permita que me afogue
Em tanta tristeza e luxuria...
Dedilhar seu corpo é tão bom
Lembrar de seu calor
Saber que não estou sozinho
Que não estou preso por regras...
Sabor amargo de nova manha
Sem ninguém
Sem querer
Sem motivo para viver...
Noites com tantos sonhos
Perdas consumidas pelo fogo
Um mar secado, árido como meu sentimento
Desespero em caminhar sozinho nesse mundo...
Sou apenas um tolo que desperta
Sempre sozinho
Sem uma companheira
Sem a tal sonhada parceira...
Ainda sinto seu cheiro nas roupas
Estou perdido são tantas vozes
Minha vontade perdida, libido quase zero
Fome inexistente... Desejo perdido... Morte anunciada..."
quinta-feira, 18 de junho de 2015
Me quebre. . .
" Seus olhos continuam
Perseguir todas as noites
Um pesadelo sem fim
Você e suas promessas vazias...
Seus lábios torturam
Carnudos e quentes
Com suas palavras vazias
Tão fúteis...
Seus atos me quebram
Gentis e atraentes
Isca para os tolos
Sereia a cantar para devorar...
Gestos tão simples
Garras afiadas a me cortar
Dilacera minhas entranhas
Envenenadas de amor...
Contemple minha queda
Seus planos funcionaram
Agora sou cinzas
Sou sangue e ossos quebrados...
Dedos finos e delicados
Tantos carinhos perdidos
Juras e rezas
Tudo em vão...
Pernas tão lindas
Macias que tantas vezes enlaçaram
Agora só servem para
Pisar, humilhar e chutar um pobre coitado...
Suas verdades
Todas tão mentirosas
Desvios e curvas
Minha pior crença, ter fé e acreditar...
Vamos lá
Termine seu serviço
Quebre cada fragmento de esperança
Não deixe restar nada...
Minha ultima aposta perdida
Pandora com todos os males
Finque seu ódio em meu peito
Quebre esse amor, mate-o rápido...
Traga todo o azar do mundo
Quanto mais melhor
Depois veja como eu sou
Um idiota quebrado...
Vamos lá
Não perca a vantagem
Continue, está a ganhar
Me quebre, não deixe nada
nem esse maldito amor..."
Fome em solidão...
Sinto meu coração esfomeado
Meu desejo desenfreado
Meu espírito torturado...
Luxúria sonhada
Anseio louco de teu cheiro
Gosto e gozo
De seu gemido longo, o pedido de mais...
Falta de sentir o furor
Todo aquele seu calor
Me enlaçando, apertando
Eu e você um só...
Prazer louco que me consome
solitário
sacio
minha maldita fome
Insana forma de se sentir
sozinho
O q mais quero é você
Aqui comigo...
Toca-me com desejo
Consume meu fogo
Alimente minha fome
Tenha meu prazer aos pés...
Teça suas teias
Enlace meu ser
Conforme mais fome tenho
Sou um fantoche entregue ao ápice...
Toca-me com desejo
Consume meu fogo
Alimente minha fome
Tenha meu prazer aos pés...
Teça suas teias
Enlace meu ser
Conforme mais fome tenho
Sou um fantoche entregue ao ápice...
Simbiose quebrada
Circulo incompleto
Circulo incompleto
Chama sem desejo
Caminho sem retorno...
Caminho sem retorno...
Sensação de vazio
O gemido sem eco
Carinho sem calor
O puro imaginar sem realizar...
Luxuriosa forma de angustia
Carinho sem calor
O puro imaginar sem realizar...
Luxuriosa forma de angustia
apática e sem cor
Meu único desejo é você
Aqui comigo... "terça-feira, 16 de junho de 2015
Amor. . .
" Amor
Palavra tão simples
As vezes doce
E tantas vezes amarga...
Penso como definiria
Algo bom
Algo ruim
Uma dor gostosa de sentir...
Não sei bem como explicar
Se já fui feliz
Ou puramente enganado
Como tantos outros...
Esse bicho estranho
Para mim é algo profundo
Como um lago sem fundo
Um céu estrelado de inverno...
É continuar do lado do parceiro
Mesmo doente
Impossibilitado
Manter a promessa mesmo que inútil...
Não é um grilhão
Ou uma fantasia unilateral
É algo maior
Uma dedicação, entrega devoção...
Já vivi tanto
Já escolhi tão errado
Já tive tantos azares
Que as vezes o cristal parece quebrado demais...
É como quebra uma rocha
Escavar até o centro da terra
Puxar aquele tolo sentimento das entranhas
E rezar para não ser mais uma ilusão...
As vezes é difícil de respirar
Continuar
Mas deve sempre lembrar
Tudo tem que ser natural, esse tal de amar...
É um passo de fé
Um salto na escuridão
E nem é tão belo não
É confiar que tem algo mais, verdadeiro...
Ainda não sei definir tal coisa
Se é de comer ou beber
Se devo apenas viver ou rasgar
Se lamento ou se apenas sorriu bobo...
A certeza que tenho
É viciante
Uma vertigem completa
Uma chama de esperança sem razão...
Um ultimo respiro
Uma luz que pode iluminar
Colorir toda uma vida
Tão preto e branca...
Sei também que espero amar
Uma parceira do crime
Armas com armas
Até o fim... mesmo se esse fim...
For amanhã..."
segunda-feira, 8 de junho de 2015
Nada mais . . .
"Olho a merda que sou hoje
No espelho enxergo os fracassos
Esses erros que se amontoam
De que adianta continuar...
Sinto inveja daqueles
Que tem olhares de cruzar salas
Meio sorrisos e pensamentos completos
O suspirar de uma saudade bondosa...
Consigo nada mais que o minimo
Um nome trocado
Ser esquecido
Um mero detalhe a ser descartado...
Uma dança jocosa
Ridícula
Afinal eu não participo
Sou a boneco de pano a ser queimado...
Vamos continuar esse jogo
Eu com esperança de um dia melhor
E você com suas certezas tortas
Sabendo e escrevendo nosso fim...
Sinta meu cansaço
O corpo pesado
As pernas imoveis
Cada vez mais afundado, sem para onde ir...
O que quer de mim ?
Será que o meu máximo não é o suficiente ?
Será que vai ter que perder para perceber ?
Ou apenas serei eu a perceber, que sou simplesmente nada...
Um lixo sem dignidade
Um tolo enamorado a admirar
Uma terra ja morta
Sem vida e sem retorno...
Melhor morrer do que viver
Esse triste fim
Amarga vivencia
Perdido na minha própria frequência...
Doente de sempre perder
De levar indiretas diretas
Ser pisado como um vira lata
E no fim ser uma utilidade passageira...
Ao menos me de bom dia
Se quer usar meus serviços
Tenha educação e ao menos
Me escute, não me faça de idiota...
Espelho maldito
Reflexo de um lixo
Pedaço de nada que sou
Um câncer a ser eliminado...
Dor é uma constante
E em seu egoismo você não nota
Que estou indo sem chance de voltar
Em breve um fantasma...
Uma sombra a olhar
Proteger quem amo
Que não se lembrará de mim
Nada mais que uma figura entre os cantos...
Não sou um pássaro a cantar
Nem o príncipe encantado
Não sou belo e arrumado
Sou um pedaço quebrado de humano
Trinco, até os dentes, só em acordar
Rasgando a pele, e o corpo, todo dia
Enlouqueço, em silencio, buscando respostas
Morro, cada noite, ouvindo as vozes que não se calam...
Meus fracassos me corroem
Minha dor mata
Meu pensamento trai
Meus olhos só dizem verdades..."
quinta-feira, 16 de abril de 2015
Carmesim pecado...
" Profundos mares
Aventura a desvendar
Loucuras, belezas
Tormentas e quereres...
Mar vermelho que adentro
Rubro céu a encantar
Em seus tons claros e escuros
Medo imemorial...
Rubro céu a encantar
Em seus tons claros e escuros
Medo imemorial...
Sereia a cantar
Chamar meu nome
Dilacerar minhas vísceras
Desejar e ao velho lobo provocar...
Menina levada
Em voz
Curvas de mulher
Pensamento do mais perverso...
Corte profundo
Lento e prazeroso
Tatuagem na alma
Rosa vermelha, rubra macula...
Rodopiar em seu vestido
Provocando, querendo
Expressando seu real pedido
Minha mão a marcar, doce sereia entoando...
Lolita em voz
Lentamente atiçando
Falando saudosa
Gosto, cheiro, toque e complementação...
Unhas afiadas
Marca a pele do velho tolo
Tinge o tecido de sangue
O quarto de ecos de prazer...
Chamar meu nome
Dilacerar minhas vísceras
Desejar e ao velho lobo provocar...
Menina levada
Em voz
Curvas de mulher
Pensamento do mais perverso...
Corte profundo
Lento e prazeroso
Tatuagem na alma
Rosa vermelha, rubra macula...
Rodopiar em seu vestido
Provocando, querendo
Expressando seu real pedido
Minha mão a marcar, doce sereia entoando...
Lolita em voz
Lentamente atiçando
Falando saudosa
Gosto, cheiro, toque e complementação...
Unhas afiadas
Marca a pele do velho tolo
Tinge o tecido de sangue
O quarto de ecos de prazer...
Louca devassidão
Infecção de luxuria
Fome desbocada
Batom marcado, roupas, rosto, corpo...
Venha sereia cante
Venha mulher tome
Venha menina brinque
Venha demônio peque...
Infecção de luxuria
Fome desbocada
Batom marcado, roupas, rosto, corpo...
Venha sereia cante
Venha mulher tome
Venha menina brinque
Venha demônio peque...
Rubro prazer
Luar vermelho
Luxuria em suor e gemido
Vicio carmesim a corroer...
Demônio vermelho
Santa de manto carmim
Luar vermelho
Luxuria em suor e gemido
Vicio carmesim a corroer...
Demônio vermelho
Santa de manto carmim
Menina de capuz escarlate
Pura vontade cetrino..."
sábado, 11 de abril de 2015
Eu . . .
Como as costas doloridas
Tanta indiferença
Será que sou tão ruim?
Será que sou tão passageiro?
Apenas um brinquedo
Marionete de tantas vidas
Sempre a mesma historia
Ou como já disse disco riscado
Sempre o mesmo tom...
Será que sou um bom homem?
Será que sou ?
Minha alma tão despedaçada
Como esse tolo coração
O que ninguém percebe
Que cada dia ele está mais apático
Triste
Amargo
Nada e ninguém quer
Alias, só faz concluir que não vale
Não vale nada e nem a pena...
Sou um cretino
Sujo
Puto
Não merecedor de nada
Um lixo
Ouro de tolo
Isso que sou
Pesado e trocado
Solto no ar...
Apenas cansado... De verdade...
Não procuro mais motivos porque
Pois se encontrar tenho receio
De nada mais me segurar
Cansado de tantas coisas
De tudo sempre igual
Mudam as mascaras
Mesmas e mesmas historias
É dormir e esquecer mais um dia
Achar que amanha pode ser melhor
E sinceramente
Não é ..."
quinta-feira, 9 de abril de 2015
Vicio meu...
" Santa pecadora
Demônio de luxuria
Redemoinho de desejo
Vontade pura, puta ânsia...
Carne a queimar
Fome visceral
Sede desvairada
Louca aspiração...
Marque minha alma
Seja meu alimento
Oferta seu mel
Empunhe suas armas, vamos dançar...
Rasgue minha pele
Sorva-me como néctar
Deixe seu mel cair, sacia-me
Suor mesclado, cheiros misturados...
Urre a cada nova aproximação
Anseie a cada afastamento
Olhe-me, implore, peça, enlouqueça
Gema a cada novo voleio, simbiose...
Menina pervertida
Casta fêmea
Bela e intensa
Vicio meu, bel paraíso...
Sinta minhas mãos em seu corpo
Tapas, apertões, mordidas e chupões
Pescoço, nuca, doces ancas
Meu lindo brinquedo, origami de porcelana...
Sussurre meu nome
Diga-me de maneira tão doce
Suas blasfêmias cheias de prazer
Entre belos elogios, ao seu...somente seu...
Dilacere meus valores
Retire os véus de minha moralidade
Quebre meus caleidoscópios
Abra meus esfomeados sensos...
Observe meu profundo lago
Caminhe no desfiladeiro
E pule sem nenhum medo
Afogue-se em meu pleno deleite...
Desperta meu monstro
Lobo faminto
Tormenta louca
Fúria de desejo, louca devoção...
Dança revolta
Prenda desesperada
Suor e prazer
Abençoado suspiro no final do ato...
Entrelace eterno
Inconsequente forma de amar
Bela entrega
Insana fome, atrevida e cúmplice...
Minha menina levada
Amada devassa
Alva pele em tons rubros
Minha perdição, meu céu e inferno..."
Queda do paraíso...
" Caiu de meu paraíso
Expulso
Asas cortadas
Fruta mordida
Pecado em pele
Alma em desejo
Corpo em fome...
Sem proteção vagueio
Um lobo desgarrado
Anjo caído
Punido por ser
Queimado por querer
Jogos perdidos
Vísceras a borboletar
Cubra meus olhos
Faça a dor sumir...
Sem rumo caminho
Minhas tocam o céu
Agora proibido
Meus olhos vêem o Éden
Portas fechadas, dadiva recolhida
De que serve a sabedoria
Sozinho
Largado
Paria
Triste...
Busco o sabor
Aquele pecado devastador
Gosto de vida
Intenso mel
Vicio meu que entorpece
Ensandecido
Escuto as vozes
Tantos gritos
Gemidos de prazer
Uma festa
Qual não fui convidado...
Busco minha perdição
Minha Succubus de asas vermelhas
Olhos vivos que me atraem
Cúmplice de minha fome
Vontade
Lobo a vagar
Tolo enamorar
Maldito homem a desejar
Paraíso perdido
Cego vendo a vida
Pássaro em gaiola
Fruta suculenta furtada
Rasgo na pele, tatuagem eterna
Atração querida interrompida
Mãos com mãos, abraço longo
Toque demorado, esquecido
Lembrança boa
Paraíso..."
quinta-feira, 12 de março de 2015
Em meu...
Enlouquece esse velho lobo
Deliciosa forma
Serpentear com a imaginação
Cabelos úmidos...
Corpo fresco...
Cheiro de desejo ...
Vontade
Sentir escorrer
Em meus lábios...
Então mostre
Então mostre
Encante com seu olhar
Medusa de luxúria
Olhe-me
Me petrifique
Dance
Com esse tolo
Sibile seus lábios
Em meu corpo...
Venha perto
Venha perto
Olhe nos olhos do lobo
Encare minha fome
Encare minha fome
Escute no pé do ouvido
Seleciono minhas presas
Hoje é você pequena
Mostre seu rubor
Sinta as pernas contrariem
Toques abusados, safados
Estou faminto
Em minha sede...
Prazer soturno
Prazer soturno
Insano devaneio
Rasga a moral e minha sanidade
Lábios convidativos
Ao pecado
Lolita a enlouquecer
Seu velho homem
Peça para te chamar
Meu amor, minha amada
Santa, pura e casta
Safada, putinha e louca
Em minha mente...
Cada momento um novo mistério
Esfinge que me desafia
Que me provoca com sua selvageria
Oculta, escondida, guardada
Meu amor, minha amada
Santa, pura e casta
Safada, putinha e louca
Em minha mente...
Cada momento um novo mistério
Esfinge que me desafia
Que me provoca com sua selvageria
Oculta, escondida, guardada
Decifro seus quebra cabeças
Revelo suas vontades
Trago seu pior e seu melhor
Suas vontades mais pervertidas
Agora quem devora quem?
O lobo olha para esfinge
O Inccubus a seduzir sua Succubus
Em meu ser...
Lobo do mar
Atraído pela sereia
Seu canto de amor
Faz o tremer e ardor
Saudades de seu calor
Caminhando para seu sonho
Pesadelo de prazer
Alimente-se de meu gozo
Beba minhas vontades
Nutra-se de meu vicio
De você
Com você
Revelo suas vontades
Trago seu pior e seu melhor
Suas vontades mais pervertidas
Agora quem devora quem?
O lobo olha para esfinge
O Inccubus a seduzir sua Succubus
Em meu ser...
Lobo do mar
Atraído pela sereia
Seu canto de amor
Faz o tremer e ardor
Saudades de seu calor
Caminhando para seu sonho
Pesadelo de prazer
Alimente-se de meu gozo
Beba minhas vontades
Nutra-se de meu vicio
De você
Com você
Em meu tempo e existência..."
terça-feira, 10 de março de 2015
Seu monstro faminto...
" Olhe para meus olhos negros
Olhos famintos
Sedentos
Despertos por você...
Sinta meu desespero
Minha vontade
Meu querer
Fome maldita, me consome...
Não fuja
Não finja
Sei que quer
Esse monstro, meu monstro...
Você e unicamente você
Desperta a fera
Esse lobo velho
De olhos cansados, mas viciados...
Admita você quer
Sinta o prazer que lhe dou
O único a ser seu indefinido
A mexer com seu corpo, mente e desejo...
Sou seu monstro
Sua tormenta
Seu louco insano
Seu Inccubus a despertar, seus sonhos...
Aos meus pés
Brinque e satisfaça
Minha cúmplice
Observe e deguste, toda minha fúria...
Lembra como te enlaço
Te amarro
Prendo em minhas teias
Bela dama exposta, entregue a luxuria...
Sou uma boa espiral
Um farol no meio da tempestade
Ou sou sua pior tormenta
Sou seu monstro, cativo esfomeado por você...
Gostos
Cheiros
Intensidade
Vontade de viver, sentir, ter...
Não corra
Não minta
Sei que me quer
Esse seu monstro, lobo monstruoso...
Lago profundo
Ciclone vigoroso
Cume elevado
A única a descobrir meu pior, e gostar...
Tolo viciado
Necessitando de seu perfume
De suas palavras doces pervertidas
Sua intensidade sibilante, demônio perfeito...
Olhe para meus olhos cheios de vontade
Olhos cheios de fome por você
Sedentos de seu gosto, suor, prazer
Despertado apenas por você... "
sábado, 7 de março de 2015
Cúmplices...
"Meu maior tesouro
Doce luxuria
Louca vontade
Querer doído...
Desejo de varias vidas
Amo com todas as forças
Corpo, alma
E espirito imortal...
Seus olhos me cativam
Vejo devoção
Sua entrega
Fique comigo por todo sempre...
Obsessão rasgada
Tola necessidade
Vicio insano
Visceral e intenso...
Preciso de seu toque
Sua fome
Mãos e boca
Dedos e língua...
Apenas você
Arranca meu monstro
Meu lobo velho e esfomeado
Angustia da simbiose, união...
Mergulhe em meu profundo lago
Olhe esse espelho que tende a afugentar
Guie-se no meu labirinto
Descubra meus mistérios, que são seus...
Minha cúmplice
Parceira
Costas com costas
Exercito de dois dançantes...
Seu cheiro e suor
Saliva
Cada pingo, cada afronta
Tudo me faz querer mais, almejo você...
Marque minha pele
Arranhe e arranque meus gemidos
Sangre minha pele
Como sangro de saudades e querer...
Minha Succubus rubra
Meu pequeno rubi de sangue
Gata manhosa a ronronar
Minha amada amante única...
Não se afaste minha menininha
Não tenha medo desse lobo idoso
Não corra, pois vou te provar hoje e sempre
Faminto sim, desejoso de sua intensidade...
Sacie meu ser
Traga sua obsessão de me sentir
Seja devota a mim
Amor e prazer em entrega..."
terça-feira, 3 de março de 2015
Lua cheia...
" Noite de lua cheia
Venha me visitar
Doce Succubus
Rubra como luar...
Mostre suas garras
Arranhe meu corpo
Arranque meus suspiros
Gemidos guardados...
Faça o velho lobo
Uivar
Declarar a loucura
Querendo puramente você...
Nessa noite dançamos
Juntos
Somos amantes e amados
Amanha pode ser só um devaneio...
Não me deixe esperando
Quero mais que propriamente
Viver
Alimente-se de minha fome...
Abra suas asas
Envolva esse tolo idoso
De um momento de paz
Nessa loucura de existência...
Puxe-me para os céus
Vamos tocar esse luar juntos
Unidos
Simbióticos...
Bruxa encantadora
Enfeitiça e enlaça
Faz eu me perder
Em seu doce olhar...
Sorva minha alma
Consuma e não deixe nada
Nessa noite estou entregue
Nesse luar vermelho...
Demônio que sorri
De meu desespero
Minha necessidade
De meu vicio, de você...
Bailamos juntos hoje, agora
Corpo, alma e espirito imortal
Amores de um eterno perdido
Amanha pode ser só um bom pesadelo..."
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